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Discurso de Bolsonaro emplaca, e caminhoneiros miram Petrobras

Estatal anunciou reajuste de 8,86% no preço do diesel a partir de terça (10/5). Caminhoneiros debatem a realização de ato contra a Petrobras

Líder dos caminhoneiros durante a greve de 2018, Wallace Landim, o Chorão, afirmou que o setor discute a possibilidade de promover um ato contra a Petrobras.

A estatal anunciou, nesta segunda-feira (9/5), novo reajuste de 8,86% no preço do diesel vendido às distribuidoras. O valor médio do combustível passará de R$ 4,51 para R$ 4,91, segundo a empresa.

“Vou conversar com outros segmentos, pois a gente precisa pressionar a Petrobras para mexer no PPI [Política de Paridade Internacional]”, destaca Chorão.]

“Vimos o último posicionamento do Bolsonaro pedindo para a Petrobras abaixar o preço do combustível. A gente viu o presidente indignado. Então, ele tá pedindo para o povo ir para a rua e pressionar a Petrobras?”, questiona o caminhoneiro, que também é presidente da Associação Brasileira de Condutores de Veículos Automotores (Abrava), ao Metrópoles.

O presidente Jair Bolsonaro (PL) voltou a criticar duramente a Petrobras na última quinta-feira (5/5).

Durante transmissão ao vivo nas redes sociais, o chefe do Executivo federal disse que é um “crime” e um “estupro” a empresa ter um lucro “abusivo” em períodos de crise. “Faço um apelo: Petrobras, não quebre o Brasil”, suplica Bolsonaro, aos gritos.

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