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Comércio de rua de Salvador deve crescer 10% no Natal frente a 2019

Presidente do Sindilojas afirmou ao bahia.ba que consumidor voltou as hábitos pré-pandemia; setor deve contratar 5 mil temporários

O comércio de rua de Salvador deve apresentar crescimento de 10% nas vendas para o Natal deste ano no comparativo com o mesmo período de 2019, antes do surgimento da Covid-19. A estimativa é do presidente do Sindilojas, Paulo Motta. De acordo com o executivo, a projeção otimista em volume de produtos vendidos é baseada no encerramento das limitações de horário impostas na pandemia e o movimento do comprador no cenário atual.

“A comodidade e o hábito do consumidor estão de volta”, afirmou Motta, em conversa com o bahia.ba.”Há uma confiança de que a pandemia está sob controle, mesmo com essa nova variante na África (ômicron)”. Para Paulo Motta, as lojas de rua devem contratar cerca de 5 mil trabalhadores temporários.

O dirigente explica que com a retomada das atividades, o comprador tem segurança para voltar a frequentar as lojas nos horários em que está acostumado e retomaram a opção de provar os produtos, sobretudo nas vendas de vestuário e calçados.

Em balanço para o mês de dezembro, a Federação do Comércio (Fecomércio-BA) espera uma expansão de 5% no período, e 10,3% em todo o ano. Estes dados se referem ao comparativo  com 2020, mas também haverá expansão frente a 2019, antes da pandemia, mas de 1,3% em dezembro. Nacionalmente, a CNC espera que as vendas natalinas movimente R$ 57,48 bilhões, valor quase 10% superior a 2020, mas 2,6% menor se descontada a inflação.

Confirmada a previsão para o fim de ano, o comércio de rua deve terminar o ano com alta de 2% em produtos vendidos durante o ano de 2021. Paulo Motta admite que fatores como inflação, juros e o custo da energia traz preocupações, mas não altera o cenário mais positivo. “Mexe no bolso, mas nós lojistas temos consciência de que temos que atrair o consumidor, oferecendo descontos e os produtos que ele quer comprar”, avalia.

Mesmo com um ano no positivo dos espaços físicos, Motta entende que o e-commerce continuará sendo forte, crescendo 25% no período natalino e 15% durante o ano. Nos dois formatos, o setor de brinquedos deve ser o mais demandado para as festas de fim de ano.

Em seguida, os bens não duráveis devem ter boa procura. Os duráveis devem ter menos saída. “São produtos que necessitam de financiamento e os juros estão altos”, pondera o dirigente.

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