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“Baixamos estado de calamidade mas não conseguimos nada até agora, nem do governo do Estado, nem do Federal” prefeito de Santanópolis falasobre a falta de recursos e a seca no município




Apesar das dificuldades financeiras, José Florin acredita que o município tem avançado em diversas áreas.

Com dois anos completos de mandato, o prefeito de Santanópolis, José Florin (PTC), afirma que o município tem passado por uma fase difícil, em razão da falta de recursos públicos e também da seca, típica da região norte do estado da Bahia. O gestor conta que, mesmo depois de baixar um decreto de calamidade pública, nenhuma verba foi repassada pelo governo estadual ou federal – o que, segundo ele, é “uma situação muito difícil financeiramente para poder manter”.

Apesar disso, o prefeito diz que a cidade avançou em diversas áreas. Ele cita a conclusão de obras em aguadas; a pavimentação de quatro povoados; a climatização do primeiro colégio do município; a compra de dois carros para as Secretarias de Ação Social e de Educação com recursos próprios; além da reforma e ampliação da Praça João Nery e aquisição de vários equipamentos para a área de saúde, com o auxílio de emendas parlamentares do ex-deputado federal Roberto Britto (PP). De acordo com José Florin, as antigas estradas de terra da zona rural foram 100% pavimentadas, quase todas encascalhadas e ele acrescenta, ainda, que mais um veículo está para chegar e será destinado à Secretaria de Saúde.

As escolas de Santanópolis, que retomam as aulas em 18 de fevereiro, também passaram por um processo de reestruturação. Segundo ele, 80% delas foram reformadas no ano passado e, agora, estão sendo feitos pintura, muro, portões e forros nas escolas restantes. Os ônibus escolares também passaram por reforma.

Com relação à seca do município, o gestor ressalta que, na gestão passada, as pessoas tinham que comprar água, mas, atualmente, a prefeitura tem reservado carros-pipa com recursos próprios, para suprir as necessidades da população e que, mesmo tendo baixado um decreto de calamidade pública, os governos estadual e federal continuam sem tomar qualquer providência, principalmente no sentido de auxiliar financeiramente o município nessa questão.

Quanto a uma possível candidatura à reeleição, ele diz que “quem decide é o povo. O povo decidindo, se gostar do nosso trabalho, para nós permanecermos, tenho certeza que serei candidato sim. Só depende do povo aceitar e pedir que a gente saia candidato à reeleição, estamos aqui prontos, só depende do povo”.

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